Arquivo do mês: janeiro 2010

Samsung

A Guide To Taking Better Pictures…

Muito bom.

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Relação cliente-fornecedor no mundo real

via: olhando para o teto

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Jonah Rocks

O vídeo novo mais visto no mundo hoje. Um menino de 5 anos tocando System of a Down.

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Why a brand is like an electron

Artigo bom no Northern Planner. Vale a pena ler.

Uma marca é uma coleção de sentimentos e associações.

“They used to think an electron was a single particel orbiting around the nucleas of an atom. A simple dot…you could predict where it was and where it was going.

Nowadays, as mad as it sounds, they believe you don’t where it is, it can be anywhere within a given space – so you have to assume it is in all those spaces at the same time, a fuzzy cloud”.

Uma visão legal sobre as marcas, sentimentos e percepções.

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Case – Andes Teletransporter

Muito bom. Um case legal para a marca de cerveja Andes. Que pelo jeito não é muito forte na Argentina.

Para que mentir si podes teletransportarte?

Del Campo de novo. Sempre falo dessa agência aqui, aquela que também criou um puta posicionamento para a cerveja Norte.

Seguem também os filmes da campanha:

Mais filmes  no site da cerveja.

Via: la bambonera

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Al Ries (de novo)

Eu fiquei mal por apontar um erro do Al Ries no post abaixo. Coitado.

Vou compensar com uma frase muito boa dele:

Eu só trocaria a palavra empresas por diretoria. Porque acho que empresa é tudo, incluindo empregados. Diretoria é quem se apaixona pela marca. É onde bate o ego.  É onde as empresas voltam-se para dentro de si mesmas. Empregados raramente se apaixonam pela empresa. Tá vendo Al Ries! Tu erraste de novo. (brincadeira, com certeza era isso que ele queria dizer).

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E o Al Ries errou feio. Mais uma vez.

Escrevi um post em julho de 2007, sobre um vídeo que vi no The Ries Report, o site do Al Ries, famoso pelo livro – Posicionamento. Para muitos é a bíblia da estratégia na propaganda.

O texto fala de uma quase previsão do Ries sobre o iPhone. Basicamente falando que o produto era um golpe de PR  e que ele não seria grande coisa. Isso porque ele é um produto convergente.

É aquela história do pato que sabe voar, nadar e andar, mas faz tudo isso pessimamente. Não se garante em nenhuma das três modalidades. Seria melhor só nadar ou voar bem.

Eu não dou palpite na criação de Deus. Principalmente nas que evoluíram e passaram pela seleção natural. Mas Al Ries deu. Engraçado assistir esse discurso quase três anos depois:

“O que é o iphone? É um aparelho de convergência, gente”.

“O iphone será um sucesso? Não”.

“A Apple ganhará dinheiro com o iphone? Não”.

Hoje tenho certeza que errou de novo.

iPhone começa a ultrapassar Windows Mobile em diversos mercados

Vendas de iPhone devem crescer 35% em 2010

46 % dos smartphones no Japão são da Apple…E por aí vai… Fora o mercado de aplicativo.

O outro erro? Extensão de linha e marca de produto. Ele era contra.

Hoje, segundo a Troiano, 77% dos produtos encontrados no Brasil, em business to consumer, são extensões de marcas já existentes. Nos EUA esse número chega a 95%.

Engraçado que em 2007, no próprio vídeo do iphone, ele cita e defende a extensão de linha falando da cerveja Coors. A defesa é que isso é divergência e não convergência de produto. Vai entender.

O que aprendemos com isso?

A – Quando temos opiniões e posições estamos correndo o risco de errar, é normal. Faz parte.

B – Duvidar de qualquer coisa que qualquer um fale. Mesmo quando essa pessoa é um guru que estudamos na faculdade.

C – O cara entende tudo de marketing, mas só funciona com ele mesmo. Ou seja, é um picareta.

D – Todas as anteriores

Eu tenho a minha resposta.

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