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an ad about briefing…

JKR-Brief11

via- jrk  (packaging design and branding agency)

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Arquivado em * Impresso, *Planejamento

Qual é o melhor caminho?

Partir de um ponto para outro.

Esse é o objetivo de qualquer planejamento estratégico.

Ir do ponto A ao ponto B.

Planejar é traçar e percorrer esse caminho.

Mas para isso você precisa entender algumas coisas.

Como por exemplo: O que é o ponto A? Onde é o ponto A?

Isso parece óbvio e bobo, mas não é.

Já começar errado nesse ponto é correr para o lado errado.

Entender o ponto A é muito mais do que coletar informações sobre a empresa, categoria e consumidores.

Entender o ponto A é enxergar e compreender algum problema ou oportunidade.

Toda estratégia de comunicação deveria surgir de algum problema ou oportunidade.

Sem eles não é possível pegar a estrada que leva a uma solução de propaganda.

De novo, isso parece óbvio e bobo. Mas não é.

A grande maioria dos briefs que chegam no planejamento (quando chegam) não conseguem esclarecer quais são os verdadeiros problemas ou oportunidades que existem.

Deve haver uma razão empresarial que levou o cliente a conversar com a agência.

Faz parte do planejamento descobrir qual é essa razão.

Precisamos assegurar que estamos resolvendo o problema certo.

O fato é que muitas vezes precisamos vender ao cliente o problema, antes de vender a solução.

Depois disso, veremos que de fato talvez não exista o melhor caminho (do ponto de vista estratégico, não criativo).

O ponto B será quase uma conseqüência dessa compreensão do ponto A.

Quer dizer… Caminhos soam como alternativas. E por isso estratégias às vezes são percebidas como alternativas – o que não é realmente verdadeiro – porque estratégia implica, principalmente, em um melhor desempenho.

Desempenho é menos sobre escolhas e alternativas e mais sobre compreensão e interpretação. É sobre fazer e responder as perguntas certas. É sobre criar caminhos e não escolher caminhos.

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Arquivado em *Planejamento

Lições dos Homeless

placas-mendigos

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março 15, 2013 · 10:56 am

O Nosso Mercado e o Fluff

fluff

via: Brand DNA

 

 

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Arquivado em *Marketing, *Planejamento

Planejamento Toma Lá Dá Cá

Texto que escrevi para o Unplanned sobre um dos ensaios da série “Future of Planning” da revista Admap.

Dá uma olhada lá – Planejamento Toma Lá Dá Cá.

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Arquivado em * Meus textos, *Planejamento

TEDx – Simon Sinek

Porque é sempre bom lembrar:  “People don’t buy WHAT you do, they buy WHY you do it.”

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Arquivado em * Apresentações, *Inspiração, *Planejamento

Empresas são medíocres. E todo mundo sabe disso.

A grande maioria das empresas que conhecemos e usamos não ligam a mínima para seus clientes e produtos. Isso simplesmente não faz parte da sua cultura. Não faz parte do seu DNA, do seu propósito e da sua razão de existência. Esse não é o objetivo principal dessas empresas. Basta ler aquela baboseira das empresas sobre missão, valor e propósito. Pura papagaida e presepada. Muitas vezes “construídas” por uns caras que são de fora – e foram contratados para fazer esse “job”.

O negócio desses caras é cronograma, preço, plano de marketing… esse tipo de coisa. O produto é secundário. O verdadeiro negócio dessas empresas é ser medíocre. É ser mediano. O produto não precisa ser o melhor, precisa apenas ser entregue. O objetivo de verdade é entregar um padrão que é colocado como patamar aceitável. E lucrar em cima disso, lógico. O foco é entregar o mínimo possível. O objetivo é ter alguma desculpa para o pessoal de marketing tentar vender o produto. Isso é simplesmente uma questão de foco. O que existe é uma inversão de valores. Eles primeiro criam uma empresa para gerar lucro – e depois correm atrás da tal de missão, valor e propósito.

Olhe para os produtos a sua volta. Pense em features básicos. Tenho certeza que você já pensou em algumas melhorias que podem ser aplicadas nesses produtos ou serviços. Melhorias básicas e óbvias. Tenho certeza que os caras da empresa também pensaram nisso. Mas porque eles não fazem? Porque esse simplesmente não é o seu foco. Na verdade o objetivo é ser medíocre. Dá até para sentir a vergonha do pessoal de marketing nas reuniões de briefs. Porque você acha que essas empresas tem tanto medo das redes sociais?

Pior é que no final sobra para nós a função de fazer alguma mágica. E o gênio imortal Bill Bernbach já disse a muito tempo: “A mágica está no produto. Propaganda não cria uma vantagem para o produto. Ela pode apenas convencer o consumidor desta vantagem”.

Claro que eu acredito em propaganda e acho que ela tem um papel importante nesse processo – mas o produto ou o serviço é que deveriam ser sempre o foco principal das empresas. Pior é que cada vez mais eu começo a considerar a frase – “Advertising is the price you pay for having an unremarkable product or service”. Sob esse ângulo e nesses casos faz todo o sentido. Ou você comprou produtos da Apple por causa da propaganda?

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